May 2008 - Posts

 

Greg Biffle voltou a mostrar que sua atual boa fase não é coincidência e vai largar na frente na décima-terceira etapa da Sprint Cup, este domingo, no Dover International Speedway.

 

Biffle, que foi campeão da Craftsman Truck Series em 2000 e da Nationwide Series em 2002, entrou numa má fase depois de conseguir 6 vitórias e o vice-campeonato da Sprint Cup em 2005.  Depois de ficar fora do Chase em 2006 e 2007, o piloto da Fenway Roush está em décimo-primeiro no campeonato, e em nenhum momento ficou fora da lista de 12 pilotos que manterão o direito de disputar o título nas últimas 10 provas.

 

O SPEED vai transmitir AO VIVO a etapa da Sprint Cup em Dover neste domingo a partir das 15 horas.

 

POSIÇÃO CARRO PILOTO FABRICANTE VEL (m/h) TEMPO DIFERENÇA
1 16 Greg Biffle Ford 155.219 23.193 Líder

 

2 2 Kurt Busch Dodge 153.971 23.381 -0.188

 

3 18 Kyle Busch Toyota 153.767 23.412 -0.219

 

4 48 Jimmie Johnson Chevrolet 153.754 23.414 -0.221

 

5 26 Jamie McMurray Ford 153.597 23.438 -0.245

 

6 83 Brian Vickers Toyota 153.413 23.466 -0.273

 

7 24 Jeff Gordon Chevrolet 153.368 23.473 -0.280

 

8 84 A.J. Allmendinger Toyota 152.912 23.543 -0.350

 

9 19 Elliott Sadler Dodge 152.873 23.549 -0.356

 

10 40 Jeremy Mayfield Dodge 152.847 23.553 -0.360

 

11 12 Ryan Newman Dodge 152.782 23.563 -0.370

 

12 28 Travis Kvapil Ford 152.685 23.578 -0.385

 

13 15 Paul Menard Chevrolet 152.678 23.579 -0.386

 

14 99 Carl Edwards Ford 152.646 23.584 -0.391

 

15 9 Kasey Kahne Dodge 152.523 23.603 -0.410

 

16 77 Sam Hornish Jr.* Dodge 152.458 23.613 -0.420

 

17 38 David Gilliland Ford 152.362 23.628 -0.435

 

18 22 Dave Blaney Toyota 152.258 23.644 -0.451

 

19 43 Bobby Labonte Dodge 152.194 23.654 -0.461

 

20 1 Martin Truex Jr. Chevrolet 152.104 23.668 -0.475

 

21 17 Matt Kenseth Ford 152.104 23.668 -0.475

 

22 20 Tony Stewart Toyota 152.078 23.672 -0.479

 

23 6 David Ragan Ford 151.771 23.720 -0.527

 

24 21 Bill Elliott Ford 151.732 23.726 -0.533

 

25 88 Dale Earnhardt Jr. Chevrolet 151.630 23.742 -0.549

 

26 07 Clint Bowyer Chevrolet 151.624 23.743 -0.550

 

27 96 J.J. Yeley Toyota 151.541 23.756 -0.563

 

28 66 Scott Riggs Chevrolet 151.528 23.758 -0.565

 

29 01 Regan Smith* Chevrolet 151.350 23.786 -0.593

 

30 8 Mark Martin Chevrolet 151.318 23.791 -0.598

 

31 78 Joe Nemechek Chevrolet 151.267 23.799 -0.606

 

32 00 Michael McDowell* Toyota 151.260 23.800 -0.607

 

33 11 Denny Hamlin Toyota 151.133 23.820 -0.627

 

34 29 Kevin Harvick Chevrolet 150.981 23.844 -0.651

 

35 42 Juan Montoya Dodge 150.823 23.869 -0.676

 

36 10 Patrick Carpentier* Dodge 150.710 23.887 -0.694

 

37 44 David Reutimann Toyota 150.514 23.918 -0.725

 

38 31 Jeff Burton Chevrolet 150.458 23.927 -0.734

 

39 5 Casey Mears Chevrolet 149.850 24.024 -0.831

 

40 55 Michael Waltrip Toyota 149.645 24.057 -0.864

 

41 7 Matt Crafton Dodge 149.099 24.145 -0.952

 

42 41 Reed Sorenson+ Dodge 148.705 24.209 -1.016

 

43 34 Tony Raines Chevrolet 150.232 23.963 -0.770

 

+ Classificado devido aos pontos do carro
* Novato
 

 

 

Um dos jovens talentos mais falados dos últimos anos, Joe Logano, vai estreiar este fim de semana na Nationwide Series, em Dover, no estado de Delaware.  Ele foi campeão da Camping World Series East no ano passado, e numa das provas mais faladas da temporada de 2007, ele venceu o duelo em Iowa contra o experiente piloto da Sprint Cup, Kevin Harvick.

Nascido no estado de Connecticut, na Nova Inglaterra, Logano não é de perder tempo.  Ele completou 18 anos, idade mínima para competir nas principais categorias da NASCAR, no último dia 24, e já no sábado estará pilotando o Toyota número 20 de Joe Gibbs.  Este é o carro com maior número de vitórias até agora na Nationwide: quatro com Tony Stewart, uma com Kyle Busch e outra com Denny Hamlin.

 

Abaixo alguns trechos da entrevista que Joe Logano deu em Dover no começo da semana.

Nos últimos dois anos, as expectativas em relação a você têm sido cada vez maiores. Como você lida com isso antes da sua estréia?

Há muito sensacionalismo nisso. Mas não é porque eu queira. São vocês que fazem isso.  Estou aqui para correr. Este tipo de coisa sai pela janela assim que a bandeira verde é acionada.  Estou ansioso para entrar na pista.  Em relação a expectativa, isso realmente não me incomoda.

Você está com um carro que tem sido muito bom este ano.  De que modo isso aumenta sua auto-confiança?

Definitivamente ajuda bastante. Competir num carro vitorioso é muito importante.  Pode perguntar a qualquer piloto.  Muito tem a ver com o piloto e muito tem a ver com o carro em que você compete.  Com certeza estou com um dos melhores carros. Entrar na pista sabendo que você pode andar na frente não é o mesmo que entrar na pista e terminar em vigésimo porque é tudo que você pode conseguir do carro.  Tenho um carro para andar na frente e isso é um bom negócio.

O que mais te preocupa e o que mais te deixa feliz ao entrar para a Nationwide Series? 

Estou definitivamente feliz por estar aqui.  Todas essas entrevistas que tenho dado são sobre  Dover, Dover, Dover...  Na verdade, estou ansioso para ir para as outras etapas em que vamos competir.  Temos 18 programadas.  Estou ansioso por tudo isso.

Em relação a preocupação, eu diria que não há nenhuma muito grande.  Mas temos conversado muito sobre as paradas nos pits sob bandeira verde.  Não tive a oportunidade de fazer muitas delas nas categorias em que competi até agora.  Quando treinamos em Rockingham, praticamos muito essas paradas.  Estamos indo para uma pista em que as paradas são difíceis e os pilotos têm dificuldades.  Mas sinto que iremos bem.

Você disse que aguarda ansioso o resto da temporada e não apenas Dover. Como você define o sucesso?  No final do ano, o que seria satisfatório para você?

O que seria satisfatório para mim?  Seria ganhar algumas corridas.  Acho que posso.  Acho que a equipe pode vencer algumas corridas.  Mas eu nunca me sentei para pensar e dizer que quero terminar aqui, ali e ali em cada uma das provas.  Mas claro, quero andar na frente todas as semanas e terminar o melhor que pudermos e conseguir algumas vitíórias. Essa seria a nossa meta nesse momento.´

Você espera fazer algumas corridas na Sprint Cup até o final do ano?  As pessoas já estão dizendo que você estará na Sprint Cup em 2009.  Qual é o seu plano?

Você sabe, eu faço as coisas uma de cada vez.  No momento, estou concentrado na próxima corrida.  Você sempre tem que colocar 100 por cento na prova seguinte. Eu não antecipo, eu deixo as coisas acontecerem.  Se entrarmos na pista e vencermos, as pessoas vão se dar conta e é aí  que avançamos.  Quando Joe e J.D. Gibbs disserem que estou pronto, esta será a hora em que vou competir na Sprint Cup.

O SPEED vai transmitir neste sábado a corrida da Nationwide Series em Dover AO VIVO a partir das 16 horas.

 

Morando atualmente em Barcelona, o piloto Mario Romancini está sendo este ano, junto com Fábio Carbone e Cláudio Cantelli Jr., um dos representantes do Brasil na World Series by Renault V6 3.5.  Ele está competindo pela equipe espanhola Epsilon Euskadi, onde tem como companheiro o francês Alexandre Marsoin.

 

Mario foi ano passado o vice-campeão da Fórmula 3 Sul-Americana, mesmo não tendo disputado duas corridas da temporada.  Com 20 anos de idade, o piloto falou sobre como está sendo sua experiência na WSR numa entrevista exclusiva para o SPEED.

 

Como está sendo sua experiência na World Series by Renault?  Quais são as maiores dificuldades?

Este ano tem sido bem complicado para mim. Estamos enfrentando muitos problemas nas classificações e largar atrás numa categoria tão competitiva como essa, torna a corrida muito complicada. Meu companheiro de equipe tambem é um estreante. Isso tem atrasado o desenvolvimento do nosso carro. Pois algumas vezes, com o número limitados de treinos, falta um piloto com um maior conhecimento do carro. Mas espero que a partir de Silverstone possamos melhorar na classificação e assim começar a somar alguns pontos.

Como foi a transição da F3 Sul-Americana para a WSR? Quais as maiores diferenças de uma categoria para a outra?

A maneira de guiar o carro é muito diferente do Formula 3, já que na WS temos freios de carbonos o que possibilita uma freada muito mais dentro e também temos quase o dobro de potência no motor. Sem controle de tração é preciso dosar muito a aceleração, caso contrário o carro só fica destracionando e não sai do lugar. No Fórmula 3, o importante é carregar mínimas velocidades nas curvas. Enquanto que no WS o importante é frear o mais dentro possível e ter uma boa saída de curva. Mas já me sinto adaptado ao carro. O que falta é encontramos um acerto ideal para as pistas que estamos correndo.

Esta é a primeira vez em que você está competindo na Europa. Existe alguma diferença grande de ambiente?  A pressão é maior?

Com certeza. É tudo diferente. O nível dos pilotos, o profissionalismo das equipes, o tempo que você precisa estar na pista é muito maior. É uma categoria muito profissional, cada detalhe faz a diferença então tem que estar sempre atento a tudo. E a pressão não sei avaliar, pois, a maior pressão sempre foi comigo mesmo. Não me importa onde estou correndo, sempre me cobro ao máximo. E acho que essa é a melhor maneira de estar sempre melhorando.

Qual a sua expectativa para a prova de Silverstone?

Espero me adaptar bem ao circuito, já que para essa etapa teremos um treino extra na quinta-feira. Quero encontrar um bom acerto para o carro para disputar a Super Pole e assim somar pontos para o campeonato.

A próxima prova da World Series by Renault, em Silverstone, será transmitida pelo SPEED no domingo dia 8 de junho às 19:30, horário de Brasília.

 

 

Kyle Busch (Toyota) conseguiu sua segunda pole position do ano e é o grande favorito para a Coca-Cola 600, a prova mais longa da Sprint Cup, que será transmitida AO VIVO neste domingo pelo SPEED às 18:30.  Kyle vai largar ao lado de Kasey Khane (Dodge), que surpreendeu sábado passada ao ganhar a corrida All Star da categoria, depois de ter largado na última posição.  Em 2006, Kahne venceu as duas provas valendo pontos no Lowe’s Motor Speedway.  Kyle Busch nunca ganhou no oval.Na segunda fila largarão Brian Vickers (Toyota) e Greg Biffle (Ford), dois pilotos que também tiveram excelentes desempenhos na semana passada.  Dale Earnhardt Jr. foi o piloto da Chevrolet com melhor colocação no grid, sexto, ao lado de David Ragan. 

O colombiano Juan Pablo Montoya não foi bem e começará da penúltima posição.  Sam Hornish Jr. e Patrick Carpentier, que precisavam marcar bons tempos, pois não tinham uma posição garantida no grid, vão largar em vigésimo e trigésimo-quarto respectivamente.

 

Abaixo, o grid de largada:

 

 
Posição Número do Carro Piloto Fabricante

1

18

Kyle Busch

Toyota

2

9

Kasey Kahne

Dodge

3

83

Brian Vickers

Toyota

4

16

Greg Biffle

Ford

5

6

David Ragan

Ford

6

88

Dale Earnhardt Jr.

Chevrolet

7

8

Mark Martin

Chevrolet

8

2

Kurt Busch

Dodge

9

19

Elliott Sadler

Dodge

10

48

Jimmie Johnson

Chevrolet

11

22

Dave Blaney

Toyota

12

17

Matt Kenseth

Ford

13

66

Scott Riggs

Chevrolet

14

31

Jeff Burton

Chevrolet

15

26

Jamie McMurray

Ford

16

11

Denny Hamlin

Toyota

17

41

Reed Sorenson

Dodge

18

24

Jeff Gordon

Chevrolet

19

29

Kevin Harvick

Chevrolet

20

77

Sam Hornish Jr.*

Dodge

21

5

Casey Mears

Chevrolet

22

7

Robby Gordon

Dodge

23

43

Bobby Labonte

Dodge

24

1

Martin Truex Jr.

Chevrolet

25

15

Paul Menard

Chevrolet

26

40

Sterling Marlin

Dodge

27

84

A.J. Allmendinger

Toyota

28

44

David Reutimann

Toyota

29

55

Michael Waltrip

Toyota

30

99

Carl Edwards

Ford

31

20

Tony Stewart

Toyota

32

38

David Gilliland

Ford

33

33

Ken Schrader

Chevrolet

34

10

Patrick Carpentier*

Dodge

35

96

J.J. Yeley

Toyota

36

45

Kyle Petty

Dodge

37

01

Regan Smith*

Chevrolet

38

12

Ryan Newman

Dodge

39

07

Clint Bowyer

Chevrolet

40

00

Michael McDowell*

Toyota

41

28

Travis Kvapil+

Ford

42

42

Juan Montoya+

Dodge

43

70

Johnny Sauter

Chevrolet

+ Classificado devido aos pontos do carro
* Novato
 

 

A organização do Grande Prêmio de Long Beach anunciou hoje acordo com a IndyCar Series para a realização de provas da categoria no tradicional circuito de rua nos próximos 5 anos, começando a partir do ano que vem.

 

O primeiro Grande Prêmio de Long Beach foi em 1975, com uma corrida da Fórmula 5000, e,  no ano seguinte, a cidade recebeu a Fórmula 1.  Nelson Piquet, em 1980, foi o único brasileiro vitorioso durante os anos da F1.  A partir de 1984, Long Beach passou a receber a CART/Champ Car.  O Brasil também só teve um vencedor durante esse período: Hélio Castroneves, em 2001.

 

Mario Andretti foi o único piloto a ganhar tanto na Fórmula 1 (77) quanto na CART (84, 85 e 87).   A última prova da Champ Car, realizada no dia 20 de abril, foi vencida pelo australiano Will Power, com Franck Montagny em segundo e Mario Dominguez em terceiro.

 

 

Foto: Doug Gifford/Grand Prix Association of Long Beach

 

 

 

 

Fábio Carbone foi o sétimo mais rápido nos treinos realizados nesta quinta-feira para a etapa de Mônaco da World Series by Renault.  O treino foi dominado por Salvador Duran, que terminou em terceiro na prova do ano passado.  Salvador completou a volta em 1:28.362, com a velocidade média de 136,07 km/h.  Carbone rodou em 1:29.290.  Os outros brasileiros que competirão no domingo são Cláudio Cantelli, que fez o décimo-quinto tempo (1:30.57) e Mário Romancini, que fez o décimo-nono (1:31.151).  A sessão de classificação para a prova será no sábado de manhã.  Na foto, Fábio Carbone em ação.

 

 

Casey Mears conseguiu ano passado sua primeira (e até agora única) vitória na NASCAR Sprint Cup na prova mais longa da NASCAR (960km/600 milhas), a Coca-Cola 600.  A primeira edição da corrida foi em 1960, com o nome World 600.  E em 58 anos, claro, o sobrinho de Rick Mears não foi o único a ter sua primeira vez nesta prova. Abaixo, algumas datas notáveis:

1961: Primeira vitória de David Pearson.  Pearson, que estava trabalhando na construção de telhados, foi chamado na última hora para substituir Darel Dieringer.  Ele venceu com uma diferença de mais de duas voltas para o segundo colocado e acabou sua carreira com três campeonatos (1966, 1968, 1969) e 105 vitórias.

 Foto: RacingOne/Getty Images

1975: Estréia de Dale Earnhardt.  O Intimidador largou em trigésimo-terceiro e terminou em vigésimo-segundo, 45 voltas atrás do vencedor, Richard Petty.  Earnhardt correu com o Dodge número 8, o mesmo número que era usado pelo pai dele, Ralph. Esta também foi a primeira vez que Richard Petty venceu neste oval.

1994: Primeira vitória de Jeff Gordon.  Ele largou na pole com um novo recorde da pista.  Depois de liderar a primeira volta, Gordon poupou o carrou e só assumiu a liderança de vez na volta 392, terminando 4 segundos à frente de Rusty Wallace.

 Foto: RacingOne/Getty Images

1995: Primeira vitória de Bobby Labonte.  Ele largou em  segundo no carro número 18 da Joe Gibbs e chegou mais de 6 segundos à frente do irmão Terry, que havia sido campeão em 1984.  Terry venceu o campeonato de novo em 96 e Bobby em 2000, se tornando até hoje os  únicos irmãos a conseguirem o título. Alguém pensou em Kyle Busch?

2000: Primeira vitória de Matt Kenseth.  Em sua primeira temporada completa com o Ford número 17 de Jack Roush,  Kenseth largou em vigésimo-primeiro e no final superou Bobby Labonte.  Esta prova também foi a primeira pole-position de Dale Earnhardt Jr., que terminou em quarto, atrás do pai.

O SPEED vai transmitir a Coca-Cola 600 AO VIVO neste domingo a partir das 18:30.

 

Conforme prometi durante as transmissões de domingo, estou enviando os dias e horários das corridas desta semana.

 

Camping World Series East – Greenville Pickens - VT

Esta foi a primeira prova da temporada, que só recebemos semana passada.

Quinta às 20:00 e à 1:00.

 

Craftsman Truck Series – Lowe’s - VTProva realizada na última sexta.

Quinta às 22:00.

 

Nationwide Series – Lowe’s - AO VIVO

Sábado às 20:30

 

Sprint Cup  – Lowe’s - AO VIVO

Domingo às 18:30

 

World Series by Renault – Mônaco – VT

Domingo às 22:30

A transmissão desta prova começará imediatamente depois da Sprint Cup.

 

 

  A foto é do Kasey Khane comemorando depois de ganhar o All-Star no sábado.

 

Kyle Busch, atual líder da NASCAR Sprint Cup, confirmou que vai testar um Fórmula 1 da Toyota no final de novembro ou no começo de dezembro.  O piloto disse que levará um dos carros da Joe Gibbs para o Japão, possivelmente para o autódromo de Montegi, e que o motivo da exibição não será apenas promocional. “Vamos ver primeiro como será meu desempenho. Se o meu pescoço aguentar a forças G nas freiadas e em tudo mais, não descartaria a hipótese de correr no circuito internacional.    Se puder correr e se eu for bom, posso tentar . Parece que a competição não é tão grande. Os pilotos ficam em fila e a aerodinâmica é o fator dominante.

Busch também diss que não necessariamente correria pela Toyota.  “ Toyota não é no momento uma equipe como a Ferrari ou a McLaren ou a Renault há uns dois anos.  Seria preciso... eu não acho que é apenas dar uma oportunidade para o piloto e seguir adiante.  Você precisa mais do carro.”

 

 

 

Segue entrevista dada por Gil antes da sua estréia da American Le Mans Series em Utah, neste domingo dia 18 de maio, com transmissão AO VIVO do SPEED, começando às 16 horas.  O piloto brasileiro está de volta não só no volante, mas também como dono da Ferran Motorsports Acura ARX-01b, a quarto equipe com motor Acura a competir na categoria.

Sobre a formação da Ferran  Motorsports

De certa maneira, é uma história meio longa.  Tenho trabalhado com o programa de competição da Honda por mais de uma década.  Esta associação teve várias formas durante os anos.  Trabalhei junto com os engenheiros do HPD (Honda Performance Development - Centro de Desenvolvimento de Performance da Honda), que agora estão chefiando o programa da Acura, como piloto de desenvolvimento dos carros. Tive esta função até parar de competir na CART.  Mais recentemente fui durante dois anos o diretor esportivo da equipe de Fórmula 1 da Honda.
"Over that time, I managed to cement a lot of relationships with Honda and Acura, which made me aware of their plans for this program. It was one of those things where opportunity meets desire. There always been a desire on my part to expand my involvement in motorsports into team ownership. This seemed like a perfect opportunity to join a group that I know very well."
Durante esse tempo, solidifiquei vários relacionamentos dentro da Honda e da Acura, que me avisaram dos planos deles para este projeto. Foi um desses casos em que a oportunidade se encontrou com o desejo.  Sempre tive vontade de aumentar meu envolvimento no esporte como dono de equipe.  Esta pareceu ser uma excelente oportunidade de me juntar a um grupo que conheço tão bem.

Sobre a estréia no meio da temporada

Nós realmente começamos a conversar sobre isso no final do ano passado.  Do momento em que decidimos seguir adiante, não houve mais tempo de estarmos prontos para as 12 Horas de Sebring.  Francamente, nós fizemos um grande esforço para estrear em Utah.  A equipe trabalhou várias horas extras.  Nós pressionamos muito os formecedores para termos tudo pronto.
Sob o meu ponto de vista, o projeto tem uma visão a longo prazo. Às vezes é o jeito com que as idéias surgem e o negócio acontece. Por outro lado, estou feliz por estar estreando em Utah. Creio que estou apenas vendo o lado positivo.

Sobre o Miller Motorsports Park

Este é um dos melhores circuitos em que já estive.  Tem instalações de primeiro nível. No meu papel anterior como piloto batalhando por reconhecimento, depois como piloto da CART e finalmente como diretor de uma equipe da Fórmula 1, adquiri uma grande experiência em pistas de todo o mundo.  O Miller Motorsports Park é um dos melhores circuitos em que já estive.  As instalações são ótimas e o traçado traz bom desafios misturando curvas de alta e baixa velocidade. Tudo é muito bem feito aqui. Esta é uma boa oportunidade para parabenizar a equipe que fez este autódromo.

A pista tem um sabor bem europeu.  A sequência das curva 1, curva 2 e curva 3 exige do piloto e me lembra Silverstone.  Há uma seção de subida e descida no final, nas curvas 8 e 9.  É uma chicane em subida que me lembra muito a de Mid-Ohio, onde há muitas variações de elevação.


Sobre a volta às pistas

Eu certamente não estava procurando um trabalho apenas como piloto.  Não estava batendo na porta do Roger Penske ou na porta de qualquer outro dono de equipe.  Certamente sentia saudades de pilotar.  É muito difícil encontrar algo que substitua a sensação e as emoções que você tem pilotando um carro no limite. Não há realmente nada na vida que seja equivalente. Eu sempre gostei particularmente da tomada de tempos, quando você coloca um novo jogo de pneus e busca novos limites. A classificação é uma parte bem pura do que fazemos, onde o que importa é a velocidade.  Tendo dito isso, acho que estava tão concentrado nos meus diferentes papéis desde que deixei os carros, que estava lidando bastante bem com meus sintomas de abstinência.  Mas quando esta oportunidade surgiu, ela preencheu minhas ambições de ser dono de equipe.  Este é um papel no qual posso adicionar algum valor. Acredito que seja um papel que vou gostar.  Os engenheiros da HPD são pessoas com quem trabalhei muito no passado. Outro aspecto que descobri recentemente  é que certamente estou gostando de um novo aspecto, que é ser o mentor do meu companheiro de equipe, Simon Pagenaud.

Sob o ponto de vista de pilotagem, é um grande desafio.  Em termos do tempo das voltas, não é diferente dos carros da Indy. Estamos sujeitos a incríveis forças G todo o tempo. O Miller Motorsport Park é um circuito muito físico e somos submetidos a forças de 3G a 4G nas freiadas e nas curvas. Mas o que me chamou a atenção nesta categoria é a atração que tenho com máquinas.  Se você olhar para os carros, não pode deixar de achá-los super legais.  A tecnologia deles é de última geração.  As equipes são de classe internacional e certamente há grandes fabricantes envolvidos.  E se você conhece um pouco sobre mim, tenho um ponto fraco por carros e máquinas sofisticados. Isto foi o que me atraiu no esporte quando eu era criança.

Sobre a saída das pisas em 2003

Eu estava procurando novos desafios. Percebi que tinha sido um piloto profissional por mais 20 anos. Eu estava pilotando para uma das melhores equipes do mundo e tendo um sucesso razoável.  Mas no final do dia estava procurando outra montanha para escalar. O jeito com que vivo é indo para o fundo da piscina porque gosto do processo de voltar à superfície. Através dessas dificuldades você sempre aprende e você sempre cresce.

Certamente me sinto como um novato de novo. Há vários aspectos deste carro os quais estamos tentando conhecer melhor.  Ser dono de equipe e todo o resto que vem junto com este projeto têm sido um grande desafio e algo que estou gostando muito.

Sobre a escolha do Simon Pagenaud

Antes de me tornar um piloto e de certamente agora ser dono de equipe, sempre fui um fã do automobilismo. Como fã, acompanhei a maior parte das categorias do automobilismo em todo o mundo. O Simon me chamou a atenção porque ele se tornou o campeão da Champ Car Atlantic no seu primeiro ano competindo nos Estados Unidos. É um feito impressionante. Você chega aqui e não conhece a categoria, não conhece as equipes, não conhece as pistas, não conhece nada. É algo bem difícil de conseguir no primeiro ano, particularmente numa destas categorias em que você não tem muitos testes. Isto colocou o nome dele na lista. Certamente eu soube dos seus feitos na Champ Car.  Meus velhos amigos da Walker Racing tinham uma ótima opinião dele tanto como pessoa como piloto.  Quando o conheci, realmente gostei dele. Ele é muito profissional e bastante sério sobre o que faz.  Ele tem um alto grau de maturidade para um jovem. Para uma equipe como a nossa, que é jovem e está crescendo com muito para aprender, o Simon é a escolha perfeita.

 


Cristiano da Matta está contando os dias para que chegue a próxima etapa da Rolex Sports Car Series, que será realizada no dia 17 de maio na histórica pista de Laguna Seca.  Será não apenas a sua primeira prova no carro número 98 da GAINSCO/Bob Stallings Racing Pontiac Riley, como também a primeira desde 2006, quando seu carro se chocou contra um cervo na corrida da Champ Car em Road America.

 

 “Já tive férias suficientes” disse o brasileiro. “É muito bom voltar a trabalhar.  Na verdade, tenho estado feliz já há algum tempo, desde que voltei a pilotar e dirigi pela primeira vez este carro”.

 

Cristiano testou com a equipe em março no circuito de Eagles Canyon, perto de  Dallas, no Texas.  Na semana seguinte foi feito o anúncio que ele e seu ex-companheiro de categoria na Champ Car, o ex-campeão Jimmy Vasser, dividiriam o volante do carro 98 em Laguna Seca.

 “Tenho trabalhado com a equipe, trocando idéias com todos, cada vez mais animado”, declarou Cristiano depois de passar o fim de semana no paddock da GAINSCO durante a última prova da Rolex, no Autódromo Internacional da Virgínia. “Não preciso mais de férias”.

 

Da Matta, que foi campeão da Champ Car em 2002, conseguiu 12 vitórias na categoria e 20 pódios.  O piloto mineiro deixou a série em 2003 para correr na Fórmula Um pela equipe da Toyota.  Ele voltou à Champ Car em 2005, pilotando para equipe em que Vasser era um dos donos.  Depois Cristiano foi para a RuSPORT no meio de 2006, substituindo A.J. Allmendinger, pouco antes da acidente que quase acabou com a sua carreira.

 

Depois de uma recuperação longa e que exigiu muita disciplina, ele espera ansioso o seu retorno às pistas em Laguna Seca.

 “Gosto muito dessa pista. É uma das minhas favoritas.  Se pudesse escolher um circuito para voltar a competir, tenho certeza que Laguna estaria entre os três primeiros.  É um lugar especial para mim.  Conheço a pista muito bem. Fiz vários testes nessa pista e também corri  na Champ Car e na Champ Car Atlantic.  Não me preocupo com a pista.”

 

Ao ouvir este comentário, Bob Stallings, dono da equipe, declarou: “ Cristiano não apenas correu em Laguna.  Ele ganhou na pista tanto na Champ Car quanto na Indy Lights.”

 

 “Agora tenho que ganhar com os Protótipos Daytona”, completou o brasileiro.

O SPEED vai transmitir AO VIVO o retorno de Cristiano da Matta às pistas no dia 17 de maio às 17:30. 

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