September 2008 - Posts

  

 

Entrevista a Inês De Divitiis  - Só agora, após 9 meses de espera, o piloto Marcel Wolfart pode comemorar o título de campeão de 2007 da Pick-up Racing, categoria em que corre pela equipe Motor Marketing/Maino Racing. Isso porque ele teve o título sob júdice em função de uma punição aplicada depois da prova do Rio de Janeiro. Além da frustração evidente com o ocorrido, esta espera também prejudicou a prospecção de novos patrocinadores para a temporada de 2008. Mas mesmo com todas as dificuldades, Wolfart nunca temeu perder o título, demonstrando sua personalidade firme e sua determinação. Agora finalmente ele pode colher os frutos pela vitória e pensar no futuro. Confira um pouco mais sobre a experiência do piloto catarinense que começou no kart e tem a meta de chegar à Stock Car, considerada a maior categoria do automobilismo brasileiro.

 

Marcel, você venceu o campeonato de 2007 da pick-up racing, mas em função de uma punição aplicada depois da prova do Rio de Janeiro, você teve o título sob júdice, só saindo o resultado agora, nove meses depois. Como foi para você ter que esperar 9 meses para finalmente poder comemorar um título merecido ? Em algum momento você temeu perder o título ?

A conquista de um título nacional seja na circunstância que for é sempre muito bom. Mas realmente essa espera foi um tanto quanto frustrante pra mim. Imaginava poder comemorar o título na última etapa de 2007, em Interlagos, e ganhar a pompa e o reconhecimento dignos de um campeão naquele momento, desfrutando de uma grande exposição de mídia, que também facilitariam na busca por patrocínios. Mas infelizmente somente os resultados conquistados na pista não foram suficientes para me garantir o título, acabaram existindo fatores “extra-corrida” que levaram essa decisão para o tribunal. Em momento algum temi perder esse título, sabia que eu era o campeão de 2007 de fato e de direito. E essa confiança se reflete no resultado do tribunal. Com a assessoria do meu advogado, Marcelo Aiquel, foram necessárias duas vitórias por unanimidade, na Comissão Disciplinar e no STJD, para que assim fosse anulada a punição que havia sofrido injustamente ao me tirarem a vitória conquistada na etapa do Rio de Janeiro.

Apesar de todos esses acontecimentos, fiquei muito contente com a confirmação do título da Pick-up Racing e com a impagável sensação de que finalmente a justiça fora feita. Quem acompanhou a última temporada sabe do que estou falando.

 

Como está o campeonato deste ano, como está a equipe e quais as suas chances de conquistar um bicampeonato ?

Estamos sofrendo um pouco na atual temporada. A reformulação da Pick-up Racing, acontecida em 2008, exigiu de pilotos e equipe que já vinham da categoria desde o ano passado uma readaptação total. Os novos carros, com chassis tubulares e motores V8 são novidades tanto pra mim quanto para minha equipe, a Motor Marketing/Maino Racing. Pensar em bicampeonato seria otimismo demais de minha parte, ainda mais com a situação atual do campeonato, que é dominado pelas equipes que vieram da Stock Light, e já estavam adaptados a esse regulamento. O ponto positivo é que a equipe tem mostrado uma evolução grande e está se mostrando uma forte postulante a brigar por vitórias ainda esse ano.

 

Conte um pouco de sua trajetória, como começou sua paixão pelo automobilismo e como você iniciou sua carreira ?

Iniciei minha carreira no kart em 1996. Meu pai comprou um kart usado para eu brincar nos finais de semana e acabei tomando gosto pela coisa. No ano seguinte já estava competindo oficialmente e de lá pra cá fui subindo degraus no automobilismo: corri na F-Ford Gaúcha, no Brasileiro de Endurance e na Pick-up Racing, aonde ingressei em 2004. Meu pai, Mauro Wolfart, sempre foi um grande incentivador na minha carreira automobilística e devo a ele todas minhas conquista até aqui.

 

Você hoje está na pick-up racing, mas para 2009, qual a sua expectativa? você pretende mudar de categoria ? como estão seus planos ?

Estamos trabalhando em um projeto para competir na Copa Vicar em 2009. É a categoria de acesso à Stock-Car, que é onde pretendo chegar. Dependo de patrocínio, mas são boas as possibilidades dessa mudança para a próxima temporada.

 

Quem são seus ídolos no automobilismo ? Comente porquê.Meu maior ídolo, sem dúvida alguma, foi Ayrton Senna. Era um exemplo de técnica, arrojo,  poder de concentração e, acima de tudo, determinação. Admiro também Nelson Piquet e Michael Schumacher. Outros dois pilotos fora do comum. 

 

Você pretende ter alguma experiência internacional ? Isso faz parte dos seus planos dentro da carreira ?

No momento não me imagino seguindo uma carreira internacional no automobilismo. Confesso que já pensei, quando mais novo, em correr fora do país em alguma categoria de monoposto, mas o orçamento que dispunha nunca me permitiu. Se surgir futuramente a oportunidade de correr no exterior e ter um salário, sem dúvida não pensaria duas vezes.

 

Qual seu sonho dentro da profissão de piloto, ou seja, onde você quer chegar como piloto, qual sua grande meta ?Como piloto, mantenho meus pés no chão. Não escondo que hoje meu objetivo é profissionalizar-me no automobilismo nacional e levar esse esporte como um meio de vida. Minha meta é chegar à Stock Car, competir em uma grande equipe e ser remunerado. Não poderia ter satisfação maior do que ganhar dinheiro exercendo a minha grande paixão que é a carreira automobilística.

 

Na sua opinião, quais as maiores dificuldades e desafios como piloto ?

Além dos desafios dentro das pistas, aonde muita vezes competimos com grandes pilotos, difíceis de serem superados, nos deparamos com situações adversas no acerto do equipamento, sofremos pressão por bons resultados e muitas vezes nos auto-cobramos por isso; mas  a principal dificuldade que o piloto enfrenta, na minha opinião, é a busca constante por patrocínios. Como o automobilismo é um esporte caro, sem os patrocinadores o piloto não consegue dar continuidade em suas pretensões dentro de sua carreira e muitas vezes grandes talentos são desperdiçados por esse motivo. Ainda falta por parte das empresas no Brasil a consciência do potencial do marketing esportivo, principalmente no que se refere ao automobilsmo.

 

Como é sua rotina de treinamento ? Que tipo de atividades físicas você faz e como isso influencia positivamente sua performance nas pistas ?

Realizo um trabalho de Personal Trainning, com um profissional da área de Educação Física. Faço aproximadamente 8 horas semanais de atividades aeróbicas e musculação. Todo esse trabalho direcionado para o que preciso em termos de condicionamento físico e resistência muscular para pilotar um carro de competição. Acredito que esse preparo é muito importante para se obter um bom desempenho nas pistas. Corrida muitas vezes se ganha no detalhe e em alguns casos o condicionamento físico do piloto pode fazer a diferença e leva-lo à vitória.

 

Você costuma acompanhar outras categorias do automobilismo nacional, como stock car V8, copa vicar, fórmula Truck ?  Caso sim, para quem vai sua torcida nestas categorias ?

Acompanho todas elas, mas principalmente a Stock-Car. Lá torço pelo Valdeno Brito, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, já que ele também faz parte da Motor Marketing Brasil, empresa de marketing esportivo que cuida da minha carreira de piloto. Na Copa Vicar, torço pelos meus conterrâneos catarinenses Afonso Bastos e Eduardo Berlanda. E na Fórmula Truck faço torcida por Djalma Fogaça e Beto Monteiro, que são amigos pessoais.

 

E internacional ? você acompanha a Nascar ou outra categoria internacional ?

Acompanho muito pouco a Nascar. Mas assisto algumas provas e acompanho notícias da F-Indy, GP2 e outras categorias internacionais onde pilotos brasileiros competem.

 

No último domingo de agosto, o piloto paraibano Valdeno Brito conseguiu arrematar o prêmio histórico de 1 milhão de dólares na etapa do Rio de Janeiro da Stock Car V8, no lugar dele, o que você faria com um prêmio deste ? Na sua opinião, em uma corrida desta, onde se tem em jogo uma premiação deste porte, o que vale mais, pensar no prêmio ou focar no campeonato e na boa colocação no ranking...o que vale mais, o prêmio de 1 milhão de dólares ou a vaga no playoff ?

Pergunta difícil hein!! Mas eu acredito que o prêmio é conseqüência, o que o piloto busca mesmo é um bom resultado na corrida, que o coloque em condições de brigar pelo campeonato. A vitória é o objetivo de qualquer piloto, independente da premiação. Claro que uma premiação de 1 milhão de dólares dá um estímulo ainda maior, mas eu, pessoalmente, na pista não pensaria no prêmio e sim no campeonato. Se o milhão vier, melhor ainda neh?

Com relação ao que faria com o prêmio, pensando em minha posição atual no automobilismo, respondo sem titubear: investiria na minha carreira.

 

Se você não fosse piloto, que profissional gostaria de ser ?

Além de piloto sou formado em Administração. Exerço já a profissão, pois toco um dos negócios da minha família. Se um dia tiver que optar por um ou outro, sem dúvida, escolho o automobilismo, mas gosto muito da minha profissão. Tenho pretensões não só de seguir em frente como também de expandir nossos negócios na área de comercialização de veículos, transporte e colheita florestal. 

 

 

Entrevista a Inês De Divitiis - O jovem Ruben Carrapatoso traz em seu curriculum o título de campeão mundial de kart em cima de nada menos do que o piloto Fernando Alonso. Fora isso, Carrapatoso teve passagens pelo automobilismo europeu e pela Stock Car V8, no Brasil. Determinado e talentoso, ele superou as dificuldades dos períodos em que sofreu com a falta de patrocínio, infelizmente um mal comum no universo do automobilismo e hoje corre na American Lemans a bordo de um porsche na GT2. Confira a entrevista que ele concedeu à Motor Marketing Brasil:

 
   

 

Conte um pouco sobre a sua relação com o automobilismo, como e quando começou esta paixão ?

Bom comecei aos 10 anos , meu pai gosta muito de corridas e me levava sempre para ver as corridas de kart em Interlagos. Insisti para ele comprar um kart, demorou um pouco mas ele comprou, dai foi começar a treinar e um pouco mais de 3 meses de treino já estava competindo no campeonato paulista de 93.

 

Qual foi a sua trajetória no automobilismo, conte como tudo começou e o que fez até chegar onde está hoje.

Comecei fazendo o Campeonato Paulista de Kart que era o mais forte naquela época, onde fui campeão em 95.  Em 96, comecei minha carreira no Kart Internacional, fazendo o Mundial de Junior na Bélgica, onde larguei na final em 10º.  mas com a quebra do meu motor nas primeiras voltas não completei a corrida .Em 97 fui correr o Europeu para estar mas preparado para o Mundial, deu certo porque nesse ano eu fui 5º. no meu primeiro Mundial de Formula A (que era a categoria que se corria ate 18 anos) .

Em 98 me mudei para Europa para correr no Europeu e Mundial de Kart nesse meio tempo eu trabalhei de mecânico na minha equipe nos campeonatos regionais para pegar mais a mão da mecânica envolvida e para aprender mais, com isso já estava com muito mais experiência que nos outros anos e ganhei o Campeonato Mundial de Formula A (detalhe que quem disputava o título comigo esse ano era o Fernando Alonso).

Em 99, como fui Campeão Mundial em 98 a fabrica de kart TonyKart me convidou para ser piloto oficial de fabrica na categoria Super A (a F-1 do kart onde andam pilotos acima de 18 anos com algum titulo internacional ). Aceitei, pois não tinha dinheiro para andar de carro e eu ia ser pago para andar de kart, nesse ano eu fui 9º. no Europeu e em 7º. no Campeonato Mundial de Super A, o que foi muito bom, já que era meu primeiro ano na categoria .

Em 2000, fiz uma parceria com Sr. Mario de Carvalho da KartMini no Brasil para criar o primeiro time totalmente brasileiro na Europa com Pilotos e Chassis brasileiros, eu correndo na Super A e outros pilotos brasileiros correndo na Formula A, foi muito bom no Europeu estava em 2º. (somente atrás do Kovalainen) mas depois de uma etapa na França a qual eu tinha vencido (sendo o único brasileiro a vencer na Super A e o único a vencer com um chassi brasileiro),  voltando com meu mecânico no caminhão  sofremos um acidente e quebrei meu joelho, ficando fora das etapas finais e com isso perdendo a chance de disputar o título. Sem treinar muito fui direto para o Mundial em Portugal consegui um 7º. lugar que foi muito bom, olhando que nós não treinamos muito .

Em 2001, consegui um pequeno patrocínio e mais com o dinheiro que eu tinha conquistado nos últimos anos fui correr na F-Ford Inglesa, onde fui 4º. e rookie of the year, no meu primeiro ano com carros de corrida .

Em 2002 voltei para o Brasil, pois não tinha dinheiro para continuar na Europa, no Brasil consegui arrumar um pouco de dinheiro e fiz  3 etapas de F-3 Sulamericana consegui chegar em 4º. em umas das etapas mas não tinha verba para continuar. Voltei a andar de kart, mas já no Brasil, disputei o Campeonato Brasileiro no qual fui Campeão.

Em 2003, fui correr na F-Renault Italiana por uma equipe pequena, mas como eles tinham a verba e gostaram de mim fiz o campeonato inteiro ficando em 6º. e fui o rookie of the year com uma pole e 2 melhores voltas no ano. Com isso me convidaram para correr uma das etapas do WinterSeries de F-Renault na Inglaterra, onde eu fui 1º.

Com meu resultado no WinterSeries a equipe pela qual eu corri me convidou para correr em 2004 o Campeonato Ingles de F-Renault, estava em 3º. no campeonato ate a 6 etapa quando minha equipe teve que fechar as portas por falta de dinheiro. Voltei para o Brasil, mas logo que cheguei tive muita sorte: me ligaram de uma equipe do Campeonato Europeu de F-3 falando que o piloto deles tava doente e se me convidando para correr no lugar dele. Assim, voltei para Europa e fiz a 3 ultimas etapas do campeonato.

Em 2005, eu estava fechado com essa equipe no Europeu de F-3 mas antes da primeira corrida eles perderam o patrocínio e tiveram de desistir. Voltei para o Brasil, consegui um lugar para correr no Super Turismo Argentino de Chevrolet. Fiz algumas corridas ganhei 3, mas como também estava correndo no lugar de um outro piloto, tive que voltar para o Brasil.

Em 2006, fechei para correr na Stock Car  onde corri em 2007 também, mas tive uma falta de sorte tremenda em 2 anos e 24 corridas, terminei 4.

E em 2008 estou correndo na American Lemans de Porshe na GT2. 
  
Qual a sua meta no automobilismo ? Daqui para frente aonde quer chegar ?

Minha meta é ser bem sucedido naquilo que faço e viver disso . Agora minha meta e ser um piloto oficial de alguma fábrica .

 

Quais as principais dificuldades e desafios que um piloto enfrenta em sua profissão?

As dificuldades são: a falta de incentivo e a falta de patrocinadores, os desafios são achá-los.

 

Quais são os seus ídolos no automobilismo, quem serve de inspiração para você ? Comente por quê.

Como caráter claro, o Senna , mas como piloto o Emerson Fittipaldi.

 

Se tivesse que escolher um grande momento dentro de sua trajetória profissional, qual seria ? E o pior momento ?

Quando ganhei o Mundial de Kart em cima do Alonso . Pior os anos de 2006 e 2007.

 

Como você avalia hoje o automobilismo no Brasil ? Quais são, na sua opinião, as categorias com mais estrutura ? Para um piloto que está iniciando no automobilismo, quais as categorias importantes para consolidar uma carreira profissional ?

Automobilismo no Brasil agora é só StockCar não tem outra. Se continuar com o apoio da TV, a tendência da categoria é só crescer, mas agora a GT3 no Brasil está crescendo talvez em 2 anos seja umas das melhores também. Quem esta começando acho que deve fazer um ano de F-Renault aqui no Brasil para aprender e depois seguir para Europa na Inglaterra principalmente, pois a maioria das equipes de F-1 estão por lá, e sempre tem alguém olhando.

 

Quais as dicas e conselhos que você daria a um jovem que queira iniciar na profissão ?

Não desista, no começo é um pouco difícil, mas se insistir e acreditar, as coisas acontecem .

 

Como você se vê daqui há uns 10 anos, ou seja, onde e como você quer estar na profissão, qual o seu projeto profissional ?

Estar disputando as 24 h de Lemans na P2 com a Porshe.

 

Hoje um piloto que queira construir uma carreira sólida dentro do automobilismo tem que necessariamente ter uma experiência internacional ou você acredita que não há esta necessidade ?

Agora com a StockCar é possível sim você construir uma carreira muito boa sem sair do Brasil.

 

Qual sonho ainda não realizado na sua carreira ?

Andar de F-1.

 

Se você não fosse piloto, que profissional gostaria de ser ?

Psicólogo ou fazer algum outro esporte de alto nível .

 

 

 

O paraibano Valdeno Brito está vivendo uma fase muito positiva no automobilismo. Após gravar seu nome na história da Stock Car V8, por arrematar o prêmio inédito de 1 milhão de dólares, Brito está fazendo testes em Daytona, a convite de Eddie Cheever, ex piloto de Fórmula 1. Sua estréia a bordo do Pontiac foi muito boa, tanto que Cheever ficou impressionado como Brito se adaptou rapidamente a velocidade do carro.

 

Valdeno Brito adorou a experiência, aliás a primeira em âmbito internacional. “O carro foi fantástico e rápido, muito mais rápido do que os carros que eu corro no Brasil”, conta ele, acrescentando “a pista é muito bonita, gostei de tudo por aqui”.

 

A única experiência prévia de Brito em Daytona havia sido pela televisão. É que o piloto costuma assistir às corridas pelo Canal Speed, incluindo a Rolex 24 em Daytona. “Antes de andar no Pontiac, só conhecia a pista da televisão”, comenta o piloto. O objetivo da viagem era testar um dos carros que poderão vir ao Brasil para as Mil Milhas Brasileiras, porém Brito não esconde a vontade de correr em Daytona. “Naturalmente correr em Daytona na Rolex 24 seria uma experiência fantástica, realmente gostaria muito desta oportunidade, espero que eles em convidem outras vezes”, afirma.

 

A NASCAR acaba de anunciar que a prova da Nationwide adiada para o domingo será realizada às 19:30 e não 20:00 como anteriormente divulgado.  A prova da Sprint Cup, que também foi adiada, está confirmada para começar à uma da tarde do domingo.  

 

A corrida da Sprint Cup que seria realizada no sábado em Richmond foi transferida para o domingo, devido às fortes chuvas trazidas para a região do autódromo pelo furacão Hanna.  O prova da Sprint será agora às duas horas da tarde do domingo horário de Brasília.  A prova da Nationwide, marcada originalmente para esta sexta, também foi transferida para o domingo e está marcada para as 8 horas da noite de Brasília..  O SPEED vai transmitir ambas as provas AO VIVO.

 

IMPORTANTE: Estes horários ainda podem ser modificados pela NASCAR.  Se isto acontecer, colocarei a informação no blog.

 

Obrigado,

Sergio Lago
 A Motor Marketing Brasil está no pódio! E não poderíamos deixar de dividir estas vitórias com vocês, parceiros que têm nos apoiado e confiado em nosso trabalho.  Esta semana que passou pudemos comemorar uma conquista inédita e histórica. Valdeno Brito, piloto Motor Marketing Brasil, venceu a esperada Corrida do Milhão da Stock Car V8, disputada no Autódromo de Jacarepaguá, no último domingo. Sabíamos que contar com um profissional como Valdeno Brito só nos traria muito orgulho e a resposta foi rápida, lá estava ele comemorando este pódio mais do que cobiçado pelos pilotos desta importante categoria do automobilismo brasileiro. Não bastasse isso, tivemos também na última etapa da Pick-up Racing, em Fortaleza  a alegria de ver Aluizio Coelho, outro piloto Motor Marketing Brasil, subir ao pódio, arrematando um brilhante terceiro lugar depois de uma corrida com direito a manobras surpreendentes. Para nós não foi nenhuma surpresa, sabemos do potencial e do talento deste piloto que sempre marcou seu nome em todas as categorias nas quais disputou, não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.  E para fechar com chave de ouro este ciclo de importantes conquistas, finalmente, depois de longos 9 meses de espera, Marcel Wolfart, também piloto Motor Marketing Brasil, pode comemorar o título de Campeão 2007 da Pick-up Racing. Depois de ter sua vitória sob júdice, nosso piloto pode finalmente soltar o grito que ficou parado na garganta. Uma vitória justa para um piloto com tamanho talento e dedicação. Na próxima etapa, em Curitiba, Wolfart finalmente pilotará o carro de número 1, um troféu mais do que esperado ! Parabéns Wolfart, sempre soubemos que você é um grande campeão. Temos a convicção de que poderemos em breve comemorar muitas outras vitórias, pois todo o staff da Motor Marketing Brasil vem trabalhando com esforço, dedicação e sobretudo, muita paixão para revolucionar o marketing esportivo e, mais especificamente, o universo do automobilismo.  Um grande abraço a todos vocês, parceiros e amigos. E mais uma vez, muito obrigado pela confiança e pela torcida !  Equipe Motor Marketing Brasil 

 

São Paulo, 05/09/08 - No competitivo circo da Copa Nextel Stock Car, cada uma das 12 corridas programadas para a temporada tem sua importância. Afinal, luta-se para chegar ao pódio, ao topo dele e para somar pontos na classificação. No sábado, dia 13 de setembro, a oitava etapa, programada para Londrina, será a ‘primeira decisão’ da principal categoria do automobilismo nacional – a segunda é o próprio campeonato -, pois definirá os dez pilotos que continuarão brigando pelo título no Playoff, que inclui as quatro etapas finais: Curitiba (21/09), Brasília (09/11), Tarumã (22/11) e São Paulo (07/12).

 

Com cinco vagas em disputa, a prova promete ser a mais emocionante da temporada e quem sairá ganhando é o público de Londrina e região, que poderá ver de perto as feras da categoria. A oitava etapa será no Autódromo Internacional Ayrton Senna, com largada prevista para as 10h15, com transmissão ao vivo pela Rede Globo de Televisão.

 

A fase decisiva da Copa Nextel Stock Car já tem garantidos cinco pilotos. São eles Marcos Gomes, da Medley/ A. Mattheis (Chevrolet), Ricardo Maurício, da Medley/ A. Mattheis (Peugeot), Thiago Camilo, da Vogel Motorsport (Chevrolet), Cacá Bueno, da Eurofarma RC (Mitsubishi), e Valdeno Brito, da Medley/ A. Mattheis (Chevrolet). Estes entrarão na pista para conseguir a melhor vantagem na próxima fase, que dependerá no posicionamento na classificação após a prova de Londrina. O mais bem colocado, por exemplo, iniciará a nona etapa com 225 pontos, sendo 25 pela primeira posição + 200 de bônus, enquanto o segundo terá 220 (20 + 200) e assim até o décimo, que terá 206 (6 + 200).

 

Os outros cinco colocados, 6º) Átila Abreu, da JF Racing (Peugeot), 7º) Alceu Feldmann, da Boettger Competições (Chevrolet), 8º) Luciano Burti, da Sky Racing (Peugeot), 9º) Allan Khodair, da Boettger Competições (Chevrolet); e 10º) Antônio Jorge Neto, da Eurofarma RC (Mitsubishi) estão bem próximos das vagas restantes, mas brigarão por elas com mais seis nomes: Popó Bueno, da São Luiz/ Hot Car (Chevrolet), Giuliano Lossaco, da JF Racing (Peugeot), Rodrigo Sperafico, da Terra Racing (Mitsubishi), Júlio Campos, da Panasonic Racing (Peugeot), Duda Pamplona, da Officer Motorsport (Mitsubishi) e Pedro Gomes, da RC3 Bassani (Peugeot), todos com chances matemáticas.

 

A etapa de Londrina será realizada no sábado. Os treinos oficiais começarão na quinta-feira, dia 11, ficando o classificatório para sexta-feira, dia 12. Vale lembrar que no circuito paranaense também terá a disputa da Stock Jr., divisão de formação da Stock Car, que também realizará sua oitava etapa. Os ingressos já estão à venda e as informações sobre locais e preços podem ser encontradas no site oficial, www.stockcar.com.br.

 

A Copa Nextel Stock Car tem realização e organização da Vicar Promoções, com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O patrocínio é de Goodyear e Caixa, com co-patrocínio de Medley, Bosch e Petrobras. As montadoras presentes são Chevrolet, Mitsubishi e Peugeot.

 

 

A World Series by Renault começou ontem (quinta, dia 4) as atividades na pista de Le Mans (FRA) para a rodada dupla deste final de semana (6 e 7). Até agora a categoria entrou no circuito para a disputa dos treinos livres e enfrentou tempo chuvoso, o que deu muito trabalho aos pilotos e equipes para o acerto dos carros.

 

O brasileiro Mario Romancini, da equipe Epsilon-Euskadi, teve dificuldades em conhecer a pista nesta situação e finalizou o primeiro treino do dia em 17º. “No treino da manhã, eu tentei aprender o traçado com a pista molhada, já que ontem estava mais seco. Então o resultado foi razoável”, analisou Mario, que fez o 16º melhor tempo na quinta-feira.

 

No treino da tarde de hoje (no horário local), Romancini apostou em acertar o carro para as condições chuvosas. “Fizemos algumas mudanças para andar rápido em pista molhada, mas acabaram não funcionando. Foi um aprendizado, mas espero que a classificação amanhã ocorra sem chuva. No seco estamos mais rápidos”, finalizou o piloto, que, com o tempo de 1min48s464, terminou em 22º no segundo treino desta sexta.

 

O melhor tempo do primeiro treino de hoje ficou com o argentino Esteban Guerrieri, da Ultimate-Signature, e seu companheiro, o brasileiro Fábio Carbone, foi o mais rápido do treino da tarde.

 

Amanhã (6), a World Series disputa o classificatório e a 12ª etapa da temporada. A rodada dupla se encerra com a 13ª corrida no domingo (7).

 

Resultados dos treinos livres de sexta (5):

 

Treino 1

1. Esteban Guerrieri – Ultimare-Signature – 1min47s343

2. Miguel Molina – Prema Powerteam – a 0s520

3. Charles Pic – Tech 1 Racing – a 0s587

4. Giedo van Der Garde – P1 Motorsport – a 0s611

5. James Walker – Fortec Motorsport – a 0s716

6. Fabio Carbone – Ultimare-Signature – a 0s977

7. Marco Barba – International Draco Racing – a 1s310

8. Paolo Maria Nocera – RC Motorsport – a 1s331

9. Pasquale DiSabatino – Red Devil Team Comtec – a 1s649

10. Mikhail Aleshin – Carlin Motorsport – a 1s818

17. Mario Romancini – Epsilon-Euskadi – a 3s014

 

Treino 2

 

1. Fabio Carbone – Ultimate-Signature – 1min44s823

2. Mikhail Aleshin – Carlin Motorsport – a 0s710

3. Marco Bonanomi – Red Devil Team Comtec – a 1s110

4. Charles Pic – Tech 1 Racing – a 1s149

5. Marcos Martinez – Pons Racing – a 1s200

6. Esteban Guerrieri – Ultimate-Signature – a 1s314

7. Giedo Van Der Garde – P1 Motorsport – a 1s487

8. Miguel Molina – Prema Powerteam – a 1s509

9. James Walker – Fortec Motorsport – a 1s562

10. Bertrand Baguette – International Draco Racing – a 1s767

22. Mario Romancini – Epsilon-Euskadi – a 3s641

 

Classificação da World Series by Renault 3.5:
 

1. Giedo Van der Garde, 114

2. Julien Jousse, 67

3. Fabio Carbone, 58

4. Bertrand Baguette, 51

5. Salvador Duran, 49

6. Mikhail Aleshin, 46

7. Marco Bonanomi, 44

8. Alvaro Barba, 43

9. Miguel Molina, 34

10. Charles Pic, 33

26. Mario Romancini, 3

 

O SPEED vai transmitir as provas de sábado e domingo no domingo às 11 horas da manhã

 

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